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Fundo Multimercado que subiu 17% no ano passado tem estratégia de investimento diferenciada

A gestora Esh Capital tem atraído a atenção dos investidores com seu “ativismo corporativo”, estratégia que busca atuar de forma participativa nas companhias que investem.

Essa estratégia não é nenhuma novidade no mundo dos investimentos, porém uma gestora sediada em São Paulo segue essa metodologia a risca. Diariamente analistas acompanham de perto empresas que possuem “valor” escondido. Mas não confunda preço com valor, pois muitas vezes o preço que é negociado uma empresa não reflete o valor real que ela possui. E essa é justamente a estratégia principal do Esh Theta FIM, um fundo multimercado que procura oportunidades onde muitas vezes o mercado ignora.

“Nosso carro chefe é destravar valor nas empresas. Quando investimos em uma empresa, analisamos principalmente a relação preço/valor e quais são os motivos para o mercado não enxergar o que estamos enxergando como oportunidade. Se acreditamos que com pequenos ajustes de gestão ou até mesmo juridicamente é possível realizar os ajustes necessários, fazemos o investimento” diz Vladimir Timerman, gestor CVM responsável pelos fundos da Esh.

A gestora utiliza principalmente uma das estratégias que o investidor americano Carl Icahn difundiu nos anos 80, de mesmo com participações minoritárias nas empresas se fazer ser ouvido e até mesmo participar dos seus conselhos de administração. E por que quase nunca se ouve falar disso no Brasil?

“Muitas vezes é preciso ter um profundo conhecimento do negócio, inclusive legalmente. Somos um dos poucos que conhecem do começo ao fim o estatuto das empresas que investimos. Não deixamos passar uma vírgula” ressalta Sérgio Goldman, analista-chefe da gestora, com mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro tendo passado por várias instituições que dominaram o mercado por muitos anos.

O caso da GameStop é um exemplo de como os investidores minoritários estão acordando para isso ao redor do mundo, e como os “sardinhas” (como assim são conhecidos no mercado financeiro) conseguem fazer barulho exigindo seus direitos e brigando com os controladores de igual para igual.

Com a popularização dos investimentos no Brasil, milhares de investidores desavisados e despreparados foram parar na bolsa de valores nos últimos anos. E poucos sabem dos seus direitos e deveres o que acaba muitas vezes resultando em perdas significativas dos seus investimentos.

“Investir não é fácil e nós sabemos disso melhor do que ninguém, por isso acreditamos que conhecer e participar ativamente das empresas que investimos é a melhor saída para não termos surpresas desagradáveis com o dinheiro dos nossos investidores” finaliza Timerman que já tem o fundo disponível nas principais plataformas de investimentos do Brasil para aplicação.

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